O clipping, resumidamente, é o recorte de uma notícia, informação ou comentário, de interesse de uma pessoa física ou jurídica determinada, para seu conhecimento ou arquivo.

Por muito tempo o clipping, como o conhecemos no meio jornalístico, teve característica estanque, de material coletado e classificado sem compromisso com dead lines. Enfim, chegava ao cliente com cheiro de mofo e pronto para ser guardado em prateleira.

Hoje são poucas as empresas especializadas que se definem como “clipadoras”. O setor agora se apresenta dentro de um conceito mais amplo: “gestão da informação”. Mas redefinir o posicionamento da atividade de produção de clipping não passa apenas pela mudança de nomenclatura. Os empreendedores se organizaram e estabeleceram modelos baseados em repasses imediatos. Os “recortes” modernos têm abrangência praticamente ilimitada e estão conectados ao jeitão web de pesquisar, buscar, filtrar e acessar conteúdos específicos.

Neste cenário, a informação – mesmo aquela que já saiu em jornais, rádios, TVs ou sites – é atualizada através de análises quantitativas e qualitativas. O serviço oferece a possibilidade de se ter uma visão clara não só do volume, mas da representatividade junto à opinião pública. E quando torna-se referência para dados em constante atualização a informação original assume nova função histórica.

Instantaneidade, agilidade, confiabilidade e distribuição on line são as marcas do clipping do século XXI. O controle rápido e eficaz dos assuntos que interessam é vital para a tomada de decisões e definição de estratégias de comunicação e marketing.
“Ao longo destas duas décadas a região de Joinville apresentou um desenvolvimento na área da comunicação empresarial que, no país, só encontra paralelo em São Paulo. Hoje existem nesta região entre 35 e 40 especialidades na área da comunicação com profissionais da melhor qualidade, inclusive atendendo ao exigente mercado das grandes capitais brasileiras. Não é sem razão que muitos prêmios da região Sul e nacionais selecionam, entre os finalistas, cases de empresas do norte-catarinense. Sem qualquer dúvida a EXPECTV é uma que participa ativa e positivamente do desenvolvimento deste mercado. Sempre presente, sempre parceira, incansável, ética. Em uma palavra: profissional.”

Ricardo Eduarte
Diretor da Sine Qua Non